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A ortografia de verney (1746): um detalhe relevante

open access: yesRevista do GEL, 2010
O presente trabalho visa a analisar a sistematização ortográfica proposta e praticada por Verney no Verdadeiro Metodo de Estudar (1746). Essa ortografia, bastante simplificada e utilizada apenas por esse autor, revela uma reflexão sobre a função que a ...
Maria Mercedes Saraiva HACKEROTT
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First grammatical encoding of Japanese Politeness (17th century)

open access: yesBoletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanas
We analyze the description of the polite language in the early 17th century Japanese grammars, mainly the ‘large’ grammar (1604–1608) by the missionaries João Rodrigues ‘Tçuzu’ [the interpreter], S.J. (1562–1633), and the Japanese grammar (1632) by Diego
Gonçalo Fernandes, Carlos Assunção
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“Não se governam, nem se deixam governar”: perenidade da expressão da relação dos portugueses com os seus líderes (auto e hetero-imagem, no período medieval e na atualidade) [PDF]

open access: yes, 2015
Artigo que estuda o cliché que considera que os portugueses “não se governam, nem se deixam governar”, tendo em conta a fortuna desta frase em blogues e na imprensa online, bem como alguns antecedentes medievais desta ideia.
Dias, Isabel de Barros
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Nota de leitura: Mário Cláudio. Oríon. Lisboa: Dom Quixote, 2003 [PDF]

open access: yes, 2005
Oríon de Mário Cláudio é um romance que assenta, essencialmente, no drama de sete crianças judias: Abel (contador destas histórias), Raquel (feiticeira), Débora (dona de bordel), Caim (traidor), Beijamim (menino Deus), Séfora (proprietária de engenho) e ...
Beites Manso, Maria de Deus
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O valor utópico da rutura em 'A Revolta da Casa dos Ídolos' (Pepetela) e 'La Tragédie du Roi Christophe' (Aimé Césaire) [PDF]

open access: yes, 2013
Neste artigo procede-se ao estudo da relação da peças La tragédie du roi Christophe (1970) de Césaire e A Revolta da Casa dos Ídolos (1980) de Pe­petela com a história, a memória e o esquecimento para evidenciar a ma­neira como estas obras literárias ...
Schurmans, Fabrice
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O tratamento da declinação nominal em quéchua: estudo historiográfico a partir da metalinguagem (séculos xvi-xvii)

open access: yesRevista do GEL, 2010
O objetivo central deste trabalho é estabelecer uma análise comparativa do tratamento da declinação casual nos nomes substantivos em quéchua, e do estatuto das preposições (posposi­ções), como consequência dessa declinação nominal, nas gramáticas ...
Roberta RAGI
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O tratamento da declinação nominal em quéchua: estudo historiográfico a partir da metalinguagem (séculos xvi-xvii)

open access: yesRevista do GEL, 2013
O objetivo central deste trabalho é estabelecer uma análise comparativa do tratamento da declinação casual nos nomes substantivos em quéchua, e do estatuto das preposições (posposi­ções), como consequência dessa declinação nominal, nas gramáticas ...
Roberta RAGI
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Tensões na poesia de Sousândrade [PDF]

open access: yes, 2016
Revista Landa, v. 4, n. 2 (2016)Este trabalho objetiva analisar as metáforas dos cantos II e X da obra O Guesa, de Joaquim de Sousa Andrade, poeta que ficou à margem até a década de 60 do século XX, quando foi revisto pelos irmãos Campos. Pretende-se, ao
Canarinos, Ana Karla
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O que é a palavra? [PDF]

open access: yes, 2009
Este artigo aborda a noção de Palavra, com especial atenção à herança greco-latina do ...
Marçalo, Maria João
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A crónica (nos jornais): O que foi? O que é? [PDF]

open access: yes
O vocábulo “Crónica” deriva do Latim Chronica, relativo a tempo. Em sentido tradicional, traduz o relato ou narrativa de factos dispostos por ordem cronológica, por ordem da sua sucessão. Há, à partida, uma relação estreita entre “crónica” e “História”
Lopes, Paula
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