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A raíz de "Keynesianismos", de Miquel Rubirola
Xavier López Andrés, Lluis Barbé
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NEOLIBERALISMO E RETÓRICA: O CAPÍTULO BRASILEIRO [PDF]
Considering the rise of the discussion about the rethoric of economics at the beginning of the 80's, the present paper aims to show: 1) the relation between the origin of this issue in the academic field and the ascension of the so labeled "neoliberalism"
Leda Maria Paulani
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Keynesianismo y monetarismo: discrepancias metodológicas
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Este libro supone una penetrante crítica al keynesianismo realmente existente, especialmente en el mundo anglosajón. Dominic Alexander, además, desarrolla su trabajo con un esfuerzo de diálogo cons-tructivo, sin desmerecer las aportaciones del keynesianismo, al mismo tiempo que advierte de sus límites analíticos y políticos.
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Del keynesianismo al neoliberalismo, el ejemplo chileno y su transformación entre 1970 y 1975
Màster Oficial d'Internacionalització, Facultat d'Economia i Empresa, Universitat de Barcelona, Curs: 2020-2021, Tutor: Marc Prat ...
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Desempleo, desajuste en el mercado laboral ('mismatch') e inflación: un modelo integrativo [PDF]
Primero enseñaremos que la (nueva) curva de Phillips diseñada por la escuela del «Nuevo Keynesianismo» se puede transformar fácilmente en una curva de Phillips «clásica».
Sell, Friedrich L.
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Sugerencias sobre la actualización de los estudios de licenciatura en economía desde el punto de vista académico [PDF]
Tijerina Garza, Eliézer
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A Revista de Economia e a introdução do keynesianismo em Portugal
A Revista de Economia inicia a sua publicação em Lisboa, em Janeiro de 1948, editando-se uma 1.ª serie ate 1960 e uma 2ª a serie entre 1962 e 1964, data em que cessa definitivamente a sua publicação. Ao todo são 16 volumes anuais, que se subdividem em regra por 4 fascículos anuais e que se estendem por quase 4000 páginas.
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O artigo, após uma introdução de natureza biográfica, apresenta os principais pontos das controvérsias entre Friedman e os keynesianos no pós-Segunda Guerra Mundial. Abordam-se as divergências relativas à função consumo e, portanto, ao poder de estabilização da demanda agregada por meio de políticas fiscais.
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