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Helberto Helder e a apropriação parcialíssima de Episódios / A Múmia de Fernando Pessoa
We intend to analyze excerpts from the series of poems called Episódios/A Múmia do Cancioneiro, written by Fernando Pessoa. We want to understand why these poems are appropriate in the anthology book Edoi Lelia Doura (1985), organized by Herberto Helder -
Tatiana Aparecida Picosque
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Pandaemonium Germanicum 1/1997 [PDF]
Die Zeitschrift Pandaemonium Germanicum erscheint zweimal jährlich und versteht sich als Forum für die wissenschaftliche Diskussion in den verschiedenen Bereichen der internationalen Germanistik, nämlich der Literatur- und Übersetzungswissenschaft ...
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El epigrama latino en la poesía de Víctor Botas. [PDF]
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Cortés Tovar, Rosario
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DAS EXACERBAÇÕES METAPOÉTICAS OU BEM-VINDO AO DESERTO DE ANFION: PSICOLOGIA DA COMPOSIÇÃO, DE JOÃO CABRAL DE MELO NETO [PDF]
Este artigo reflete sobre a dimensão da metapoesia em Psicologia da composição (1945), de João Cabral de Melo Neto. Para tanto, usou-se a abordagem teórico-bibliográfica de análise de textos e se estabeleceu uma série de diálogos com outros discursos ...
Faria, Alexandre Graça +1 more
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El binomio modernista «poeta-poesía» en los cuentos de Darío. [PDF]
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Scarano, Laura Rosana
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Hablar de poesía de los setenta lleva adscrito mencionar los conceptos de fractura y de posmodernidad. El esplendor de la poesía social había comenzado a apagarse y los poetas necesitaban darle un giro a la lírica con nuevas y renovadoras opciones ...
Eva Álvarez Ramos
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Amores 1.5, 2.1, 2.18 e 3.1: algumas refrações da “metapoesia” ovidiana
Este artigo pretende demonstrar como Ovídio, através da persona poética do amator, traz à cena elegíaca algumas questões poéticas, sobretudo, no que diz respeito aos gêneros que figuram nos Amores, muitas vezes, através de alusões sutis, capazes de evocar traços da tradição poética greco-latina.
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A SINESTESIA COMO FULCRO DA METAPOESIA DE MANOEL DE BARROS EM O LIVRO DAS IGNORÃÇAS
Uma das belas faces do signo poético de Manoel de Barros se desenha pela virtude da sinestesia. Em o “Livro das Ignorãças”, os poemas metalinguísticos sustentam-se também por meio desse recurso de linguagem. Embora o notável estilo, nunca a poética de Barros se viu estreitada na seringa das convenções verbais.
Edina Teixeira Belai Ginez +2 more
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MANOEL DE BARROS E A METAPOESIA
A matéria prima da poesia de Manoel de Barros tem seus limites no chão do Pantanal Matogrossense, um mundo primitivo prenhe de riqueza visual, tátil, olfativa, permeado pelo humor, pela busca do ínfimo, do pequeno. Nesse trabalho, porém, o objetivo é a Metapoesia, sua preocupação com o próprio fazer poético.
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