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Recensão: OS LUSÍADAS PARA GENTE NOVA — VASCO GRAÇA MOURA
Recensão crítica de VASCO GRAÇA MOURA. OS LUSÍADAS PARA GENTE NOVA. Lisboa, Gradiva, 2012. 150 páginas. ISBN: 9789896164768.
Rui Afonso Mateus
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Éfire. Uma ninfa rara n’ Os Lusíadas
Entre as outras ninfas, todas estereotipadas no seu modo de serem «mais industriosas que ligeiras», há uma que é diferente e à qual Camões chamou Éfire, o nome de uma ninfa da Antiguidade que é praticamente desconhecida.
Maria Mafalda Viana
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As versões latinas de Os Lusíadas
Quando, em 1972, se comemorava o IV Centenário da publicação de Os Lusíadas, não surgiu, no Brasil pelo menos, um só camonista a dedicar um trabalho ou uma palestra às versões latinas dessa obra.
Enio Aloisio Fonda
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O discurso amoroso em Os Lusíadas
Para falar sobre o discurso amoroso em Os Lusíadas selecionei do poema o episódio da "Ilha dos Amores" .
Maria Antonia dos Santos Botelho
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Os Lusíadas e o discurso ideológico da expansão
Em uma palestra realizada na Faculdade de Letras da UFRJ, há alguns anos atrás, dizíamos que é comum afirmar-se, traçando um paralelo entre Os lusíadas e a Odisséia, que ambas as narrativas são epopéias de viagem.
Maria do Perpétuo Socorro Corrêa Lima de Almeida
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Edição diplomática do exemplar da primeira edição de Os Lusíadas (1572) pertencente à ...
Marnoto, Rita
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(Ed.) (2021). Luís de Camões. Os Lusíadas. Introdução, atualização do texto e aparato de Rita Marnoto. Apresentação Rui Vieira de Castro. [Porto]: Universidade do Minho, Kalandraka, Município de Guimarães, BIG.
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A erótica do colonialismo no episódio da Ilha dos Amores, de Os Lusíadas
O artigo busca, a partir de uma leitura, apoiada em teorias decoloniais, interpretar o episódio da Ilha dos Amores, na epopeia camoniana Os Lusíadas, enquanto uma erótica do colonialismo.
Rafaella Teotônio
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Se Os Lusíadas é um poema aberto à aritmosofia, estâncias como a 666 são especialmente importantes. Este ensaio se debruça sobre a zona do poema que cerca a estrofe do número da Besta.
Luis Maffei
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A epopeia de Camões: do cordel aos quadrinhos
O presente artigo discorre sobre a obra Os Lusíadas, observando alguns processos adaptativos sofridos por ela, visando evidenciar como essas adaptações podem ter contribuído para a permanência do poema camoniano entre diferentes leitores.
Naelza Wanderley
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