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La búsqueda de lo primigenio en el poema “12”, de Oliverio Girondo
Con base en los postulados de María Zambrano, Giorgio Agamben y Wilhelm Dilthey se analizó la interacción entre filosofía y poesía presente en el poema “12” de Espantapájaros (al alcance de todos), de Oliverio Girondo.
Raisacruz Huertas-Ner
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Resenha do livro de Paulo Sérgio Vasconcellos, Persona Poética e autor empírico, de 2016.
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UNIO MYSTICA POR MEIO DE VIVÊNCIAS, ESCUTAS E ENCONTROS POÉTICOS
Todos buscam vivenciar uma Vida mais amorosa e verdadeira, como se fosse algo que, por meio da poesia, nos permitisse abrir as portas de um templo sagrado, em que uma celebração mística está prestes a começar.
Ricardo Uhry, Paulo Eduardo Lopes
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El papel de la metáfora en el «Poema 1», de Pablo Neruda
Si hay un poeta que ha producido una obra polifacética y ha transitado por diversas sendas, a través de un verdadero mosaico de temas, ése es Pablo Neruda (1904-1973). Su obra es casi infinita y abarca más de un treintena de títulos.
Camilo Fernández Cozman
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LÍRICA AMOROSA EM LEONARD COHEN
Esse artigo tem por objetivo analisar como a lírica amorosa acontece na letra da canção “Hey, that’s no way to say goodbye" de Leonard Cohen (1999). Ele, além de compositor, foi também autor de livros de poemas e romances, tendo alguns de seus trabalhos ...
Leonardo Prudêncio
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Este estudo visa analisar a presença do lirismo e da poesia nas canções de Adriana Calcanhoto, considerando a intersecção entre a musicalidade e a expressão literária em suas letras. A pesquisa propõe uma análise comparativa entre as canções da artista e as fases de uma relação amorosa, abordando como os temas do amor, desejo, conflito e despedida são ...
FABRÍCIO, ÉRICSON +1 more
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La toponimia en la poesía bucólica de Quevedo
Este artículo pretende estudiar la función de la onomástica en la poesía pastoril de Quevedo; sobre todo, centrándose en el análisis de la toponimia, en relación con la tradición bucólica.
Samuel Parada Juncal
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O objetivo deste trabalho é o de apresentar a releitura de Bocage da lírica e da épica camonianas. Partindo do célebre soneto “Camões, grande Camões (...)”, pergunto-me em que medida se poderia enxergar, na obra de Bocage, a modernidade de um Camões que ...
Rafael Santana
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Camões destro, Camões sinistro: nũa mão sempre o quê? E noutra, o que mais?
A poesia de Luís de Camões se caracteriza por trabalhar, muitas vezes de modo dialético, alguns pares. Um deles, não necessariamente explorado à exaustão pelo poeta, mas aberto a uma leitura atenta, é o das duas mãos. A imagem do próprio poeta, com suas
Luis Maffei
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O TOPOS “VIVER MORRENDO E VIVENDO MORRER” NA POESIA LÍRICA AMOROSA DO SÉCULO XVII
Na poesia lírica amorosa produzida em Portugal e na “América Portuguesa” no século XVII, encontra-se, frequentemente glosada, a tópica “viver morrendo e vivendo morrer”, com a qual se indicam pungentes contradições do amor humano, sendo ele próprio vida morta e morte viva. Partindo de comentários de Manuel de Faria e Sousa sobre a lírica camoniana, nos
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