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Escrever com Adília/Barthes sobre o que gostamos
Leitura da poesia da Adília Lopes a partir da perspectiva biografemática de Barthes. Reflexão sobre como os poemas dos últimos livros-álbuns adilianos, sobretudo a partir de Manhã (2015) até os mais recentes Pardais (2022) e Choupos (2023), são ...
Paulo Alberto da Silva Sales
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Helberto Helder e a apropriação parcialíssima de Episódios / A Múmia de Fernando Pessoa
Pretendemos analisar excertos da série de poemas intitulada Episódios/A Múmia do Cancioneiro, de Fernando Pessoa. Queremos compreender o motivo pelo qual esses poemas foram apropriados pelo livro de antologia Edoi Lelia Doura (1985), de Herberto Helder –
Tatiana Aparecida Picosque
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OS LUGARES DE SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN
Análise dos poemas de Sophia de Mello Breyner Andresen, poetisa portuguesa contemporânea, à luz da teoria da percepção da paisagem, na perspectiva do diálogo entre a Geografia Humanista Cultural e a Literatura.
Renata Ribeiro Lima +1 more
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Escuro, de Ana Luísa Amaral: poesia em rizoma
O presente artigo propõe uma leitura crítica do livro Escuro (2014), de Ana Luísa Amaral, a partir da perspetiva filosófica da noção de rizoma proposta por Gilles Deleuze (1925-1995) e Pierre-Félix Guattari (1930-1992).
Susana L. M. Antunes
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“A poesia ensina a cair”, segundo Afonso Cruz
Livro resenhado: CRUZ, Afonso. Dieta da poesia. Porto Alegre/São Paulo: Dublinense, 2025.
Carlos Roberto dos Santos Menezes
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Entrevista com Luís Filipe Castro Mendes: a poesia como resposta à vida
De início, há uma breve contextualização da obra do poeta português Luís Filipe Castro Mendes, cujo foco ultrapassa a temática sociopolítica que muito reverbera na escrita de seus contemporâneos.
Julia Araujo Borges
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BRANCO E VERMELHO: PONTO DE CONTATO ENTRE A POÉTICA DE CAMILO PESSANHA E A DE HERBERTO HELDER
O poema Branco e Vermelho de Camilo Pessanha veio a lume no jornal macaense Ideia Nova, em 1929, e passou a integrar Clepsidra na edição de 1969. Herberto Helder escolheu este célebre poema para compor o seu livro de antologia moderna chamado Edoi Lelia ...
Tatiana Aparecida Picosque
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Coisas exatas: a propósito de imagias, de Ana Luísa de Amaral
Imagias, o sétimo livro de Ana Luísa Amaral (Lisboa: Gótica, 2002), reúne poemas sobre “coisas exatas”, como anuncia o poema inaugural que serve de portal ao livro e se intitula “O exato curso do rio”.
Maria Irene Ramalho
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[Experiences of "Africas:" collections of African pieces by three contemporary Portuguese artists]. [PDF]
Rivera JC.
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