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MADELEINE E MEDEIA: MULHERES ALÉM DA MATERNIDADE
No texto ‘A juventude de Gide’, Lacan (1998a) compara Madeleine Gide, em seu ato de queimar as cartas de seu marido, André Gide, a Medeia. Este ato será definido como o ato de uma verdadeira mulher.
Cristina Moreira Marcos +1 more
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O Ato como Tratamento para a Devastação Feminina
Este artigo aborda, a partir da teoria de Jacques Lacan, a devastação feminina como uma consequência da localização da mulher como não-toda na lógica fálica.
Cristina Moreira Marcos +1 more
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Desprezo e Desonra: a ira de Medeia
A ira (ὀργή, orgé), segundo Aristóteles, pressupõe um desejo de vingança explícita, devido a alguma desonra sofrida e só pode existir onde a vingança for possível. O sentimento da ira requer poder e parece inadequado ao feminino, geralmente retratado como impotente na Grécia antiga. Não é o caso de Medeia que, repleta de ira, perpetra terrível vingança
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Os filhos de Medeia e a Síndrome da Alienação Parental
Resumo A Síndrome da Alienação Parental (SAP) refere-se a um conjunto de sintomas manifestos pela criança durante e após o processo de separação dos seus pais.
Yvanna Aires Gadelha Sarmet
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Embora nenhum fragmento tenha restado das tragédias Medeae, de Lucano e de Curiácio Materno, nem tenha sido preservada a pintura Medea, de Timômaco, por meio das referências literárias antigas a essas obras, torna‐se possível tentar recuperar algo de seu
Márcio Meirelles Gouvêa Júnior
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A peça bilingue de Hélia Correia
Recensão à obra Desmesura: exercício com Medeia, de Hélia Correia (Lisboa, Relógio D’ Água, 2006).
Tatjana Manojlovic
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A complexidade da figura de Dejanira. Um modelo de 'rainha vingativa'
A personalidade complexa e o comportamento que Sófocles atribui a Dejanira, em Traquínias, permite uma teia de cruzamentos frutuosos com figuras e situações que a narrativa de Heródoto e a tragédia de Ésquilo e de Eurípides põem também em evidência.
Maria de Fátima Silva
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Em Medeia (Sêneca), a mãe, Medeia, contra o desterro, mata os filhos; em Gota D’Água (Chico Buarque e Paulo Pontes), Joana, a Medeia carioca-brasileira, mata os filhos como “solução” final contra o despejo. Ambas, tragédias! Será? Aqui propomos pensar as mortes como “linhas de fuga” deslocando as tragédias para os mundos da normalidade e da ...
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Uma Medeia em quadrinhos: Mito, recepção da antiguidade e terrorismo na Medeia de Mariana Waechter
O artigo propõe analisar a HQ Medeia de Mariana Waechter (2014), demonstrando como a autora constrói em sua obra gráfica uma narrativa para debater o discurso do terrorismo no Brasil na segunda década dos anos 2000, momento em que o país foi sacudido por manifestações de rua. A HQ é analisada a partir da noção de recepção da antiguidade nos quadrinhos,
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Feitiçaria e cultura africana no teatro de Agostinho Olavo
Este artigo surgiu da disciplina Seminários em Literatura Brasileira, do mestrado em Teoria Literária da UFU, que esteve sob orientação da professora Kênia Maria Pereira de Almeida.
Wilson Filho Ribeiro de Almeida
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