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Herberto Helder e a Paixão Dionisíaca
“O que é o dionisíaco?”, interroga Nietzsche em O nascimento da tragédia. O que é, e se é possível, “morrer gregamente”, indaga Herberto Helder, no seu poema “Li algures que os gregos antigos não escreviam necrológios”, em A faca não corta o fogo. O presente ensaio tem, assim, o objetivo de relacionar estas duas questões, dando conta das feiç
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Herberto Helder e as naturezas-mortas / Herberto Helder and the Still Lifes
Resumo: Este artigo explora algumas das relações que a literatura de Herberto Helder estabelece (ou permite estabelecer) com outras artes e mídias, adotando desta forma as intermidialidades como perspectiva metodológica favorável à interrogação de temas que estruturam toda a escrita do poeta, como o do tempo, o da imagem e o da morte.
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A paixão do poema em Herberto Helder
Este ensaio analisa o amor na poesia de Herberto Helder, e a sua conceção erótica de poema: transpondo a noção de penetração e fusão para uma teoria de escrita e de leitura. O poema amoroso define-se como reconstrução violenta da amada, como criação da musa que inspira a escrita, num ciclo onanístico.
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Herberto Helder Tradutor de Poéticas Não-Europeias
O intuito deste artigo é refletir sobre os “poema mudados para o português” do poeta Herberto Helder. Muitos deles são de poéticas não-europeias. A partir da análise de alguns poemas ameríndios, propomos discutir as implicações de suas escolhas e de como pode ser interpretada pela antropologia contemporânea.
Álvaro Faleiros, Pedro Cesarino
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HERBERTO HELDER E A POÉTICA PÓS-MODERNA
RESUMO: Por meio da análise do poema IV de Do Mundo, buscam-se depreender os princípios de uma poética pós-moderna em Herberto Helder. A caracterização da pós-modernidade na poesia portuguesa é pautada pelas contribuições de Linda Hutcheon sobre ex-centricidade, e de Fernando J.P.
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Photomaton & Vox: a construção da poética de Herberto Helder [PDF]
Herberto Helder configura-se como um dos mais importantes poetas portugueses da segunda metade do século XX e século XXI. Sua poesia marcada pelo silêncio, pelo corpo e por metáforas sobre o próprio fazer poético tornou-se reconhecida por seus contemporâneos e gerações futuras de escritores de prosa e poesia.
Gabriela Silva, Gustavo Melo Czekster
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Cinema poema: movimento Herberto Helder
A poesia portuguesa, a partir da decada de 60 do seculo XX passa a expressar-se por meio de metaforas diferenciadas, nas quais o movimento, o corte abrupto e a aparente falta de sequencializacao se tornam a tonica. A partir dessa proposicao, nos propomos a realizar a leitura da obra poetica de Herberto Helder por meio de sua confluencia com o cinema ...
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Língua concêntrica, anacronismos do travestismo em Herberto Helder
Partindo da expressão “língua concêntrica”, utilizada pelo poeta português Herberto Helder, no poema de-dicado a Gisberta, travesti brasileiro assassinado em Portugal, o artigo analisa como a voz feminina só pode ser compreendida nesta poesia como a manifestação de um anacronismo, eco “original” da voz do sujeito poético masculino. O anacronismo da voz
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Herberto Helder, sim, o poema contínuo
É notável a peculiaridade do poema inédito que Herberto Helder publicou em 2001, dentro dum livro de nome Ou o poema contínuo. O livro se confessa, desde a capa, uma súmula, e é aberto por uma “nota” do autor; a mesma capa que apresenta a reprodução duma pintura de Goya estabelece uma intensa relação com o poema inédito que encerra o volume, pois se na
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"The Poet is Not a Faker": Herberto Helder and the Myth of Poetry
Abstract: In this essay I primarily intend to provide the American public with an introduction to the poetry of Herberto Helder. I first comment on aspects of Helder’s reception. My central task, however, will be a summarized description of the main “thematic” manifestations of Poesia Toda, in articulation with the myth of poetry as it is represented ...
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