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Angiohistiocitoma de Células Multinucleadas

open access: yesRevista da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia, 2020
O angiohistiocitoma de células multinucleadas (ACM) é uma entidade rara, cuja patogenia não está completamente compreendida. É mais comum em mulheres de meia-idade e caracteriza-se por pápulas ou nódulos eritematovioláceos, habitualmente assintomáticos e
André Melícia   +2 more
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Prevalência de neoplasias diagnosticadas em cães no Hospital Veterinário da Universidade Eduardo Mondlane, Moçambique

open access: yesArquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, 2013
Realizou-se um estudo retrospectivo em 210 cães acometidos por neoplasias, atendidos no Hospital Veterinário (HV) da Universidade Eduardo Mondlane, Moçambique, no período de janeiro de 2004 a janeiro de 2009.
I.F.C. Santos   +4 more
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TUMORES DOS ANEXOS CUTÂNEOS – REVISÃO DE 10 ANOS

open access: yesRevista da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia, 2013
Introdução: Os tumores dos anexos cutâneos representam um grupo heterogéneo de neoplasias benignas e malignas com diferentes diferenciações morfológicas.
Aristóteles Rosmaninho   +5 more
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Perfil epidemiológico da neoplasia maligna da pele no Brasil nos anos de 2018 a 2023

open access: yesBrazilian Journal of Health Review
Introdução:As neoplasias malignas da pele referem-se a crescimento anormal e desordenado de células da pele devido a fatores como radiação solar , predisposição genética e outros fatores carcinogênicos. Os tipos mais comuns são o carcinoma basocelular e espinocelular , sendo o menos prevalente o câncer de pele melanoma.
Lucas Rocha Santana da Silva   +12 more
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CANCRO CUTÂNEO NÃO-MELANOMA NO SERVIÇO DE DERMATOLOGIA DOS HUC – REVISÃO DE 5 ANOS

open access: yesRevista da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia, 2011
O cancro cutâneo não-melanoma (CCNM), designação conjunta para os carcinomas basocelulares (CBC) e espinhocelulares (CEC), é o tipo de neoplasia cutânea maligna mais frequente.
Pedro Andrade   +6 more
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ARGUIÇÃO DO PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DAS NEOPLASIAS BENIGNAS DE PELE NO BRASIL DE 2018 A 2023

open access: yesRevista de Patologia do Tocantins
Introdução: O câncer de pele é a neoplasia de maior incidência tanto no Brasil como no mundo, sendo uma patologia de etiologia multifatorial, resultante, principalmente, de alterações genéticas, fatores ambientais e do estilo de vida. As neoplasias benignas da pele (NBP) são crescimentos não cancerígenos que se desenvolvem na pele ou em suas estruturas
Eduardo Sampaio Vargas   +3 more
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Neoplasia maligna da pele em idosos brasileiros: análise descritiva das taxas de morbidade hospitalar em 2023

open access: yesBrazilian Journal of Implantology and Health Sciences
O câncer de pele surge do crescimento descontrolado das células da pele, sendo o melanoma mais perigoso pela sua capacidade de se espalhar. Além disso, fatores como exposição solar, histórico familiar e imunossupressão podem contribuir. O envelhecimento da população é uma tendência global, com o Brasil previsto para ter mais de 32 milhões de idosos em ...
Paulo Cesar De Souza Junior   +4 more
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RETALHO INTERPOLADO DO SULCO MELOLABIAL PARA ENCERRAMENTO DE DEFEITOS COMPLEXOS DO NARIZ

open access: yesRevista da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia, 2011
O encerramento de defeitos cirúrgicos do nariz coloca dificuldades acrescidas, particularmente quando as suas características impedem o recurso a pele adjacente para o seu encerramento.
Pedro Andrade   +5 more
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Incidência das internações por neoplasia maligna da pele: análise epidemiológica e impacto no sistema de saúde

open access: yesJournal of Medical and Biosciences Research
A neoplasia maligna da pele, comumente conhecida como câncer de pele, é uma condição caracterizada pelo crescimento descontrolado de células anormais na pele. É o tipo mais comum de câncer em todo o mundo, subdividido em tipos principais como carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma.
Beatriz Guilherme Leonardo   +15 more
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Triquilemoma Desmoplástico em Nevo Sebáceo do Couro Cabeludo

open access: yesRevista da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia, 2016
Descrito originalmente por Jadassohn em 1895, foi apenas em 1932 que a designação “nevo sebáceo” foi introduzida, por Robinson. Trata-se de um hamartoma congénito relativamente prevalente que, classicamente, evolui por fases de crescimento e maturação ...
Rui Tavares-Bello   +2 more
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